Para começar, vamos falar sobre Organização Escolar Não Seriada, e para isso, dividiremos esse assunto em alguns tópicos para deixar tudo mais claro.
1. Princípios a serem contemplados no Currículo
Dentre as práticas implantadas pela escola, a mais legitimamente ligada à sua razão de ser é, sem dúvida, a que denominamos desenvolvimento do currículo escolar. É por dentro dele que pulsam e se mostram as mais diversas potencialidades, em meio às reações manifestadas pelos alunos nos seus escritos, desenhos, jogos, brincadeiras, experimentos, estratégias de relacionamento entre si e com os educadores. Como uma forma diferente de pensar a escola, os Ciclos incitam à questões relacionadas não apenas à sua estruturação não seriada, mas principalmente à constituição das práticas pedagógicas do educador, do educando e de sua formação.
2. Organização dos Tempos e Espaços Recomendados
1. Princípios a serem contemplados no Currículo
Dentre as práticas implantadas pela escola, a mais legitimamente ligada à sua razão de ser é, sem dúvida, a que denominamos desenvolvimento do currículo escolar. É por dentro dele que pulsam e se mostram as mais diversas potencialidades, em meio às reações manifestadas pelos alunos nos seus escritos, desenhos, jogos, brincadeiras, experimentos, estratégias de relacionamento entre si e com os educadores. Como uma forma diferente de pensar a escola, os Ciclos incitam à questões relacionadas não apenas à sua estruturação não seriada, mas principalmente à constituição das práticas pedagógicas do educador, do educando e de sua formação.
2. Organização dos Tempos e Espaços Recomendados
O currículo escolar requer uma organização dos tempos/espaços em que a escola vai desenvolver os diferentes conhecimentos e valores que durante a construção do seu Projeto Político Pedagógico - PPP forem considerados necessários para a formação de seus alunos. a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LDBEN (Lei n° 9394/1996) estabeleceu como incumbência da escola e de seus professores (Art. 12 e 13) a construção do PPP. É na construção do PPP que a comunidade escolar (Pais, Professores, Alunos, Funcionários) debate, discute e estabelece suas concepções de homem, de mundo, de sociedade, de conhecimento, de currículo, de avaliação e tantas outras, com o objetivo de criar referências e diretrizes próprias para as práticas que pretende implantar.
3. Objetivos Gerais da Aprendizagem, a serem atingidos
A seriação, a educação é, muitas vezes, concebida como um processo de transmissão, recepção e avaliação dos saberes e habilidades dos alunos. Segundo Rodrigues (2001, p. 21), isso revela que o objetivo é a retenção de conteúdos, segundo uma metodologia que opta pela sua fragmentação em disciplinas estanques e não contextualizadas.
4. Procedimentos metodológicos a serem atingidos
3. Objetivos Gerais da Aprendizagem, a serem atingidos
A seriação, a educação é, muitas vezes, concebida como um processo de transmissão, recepção e avaliação dos saberes e habilidades dos alunos. Segundo Rodrigues (2001, p. 21), isso revela que o objetivo é a retenção de conteúdos, segundo uma metodologia que opta pela sua fragmentação em disciplinas estanques e não contextualizadas.
4. Procedimentos metodológicos a serem atingidos
A primeira parte trata do contexto atual do movimento curricular no Ensino Fundamental e do conceito de aprendizagem como direito humano. Defende ainda a concepção de infância como universo singular dessa aprendizagem tendo o currículo e o ciclo contínuo de aprendizagens como viabilização desses direitos. Tais conceitos são fundamentais para orientar a trajetória, tendo em vista a avaliação e suas diferentes possibilidades de garantia dos Direitos.
A Segunda parte cada área de conhecimento e o componente curricular de língua portuguesa definem seus direitos de aprendizagem, os eixos que estruturam esses direitos e os diversos objetivos de aprendizagens de cada eixo, num rol que compõe cerca de 30 direitos, 20 eixos estruturantes e 256 objetivos de aprendizagem.
A Segunda parte cada área de conhecimento e o componente curricular de língua portuguesa definem seus direitos de aprendizagem, os eixos que estruturam esses direitos e os diversos objetivos de aprendizagens de cada eixo, num rol que compõe cerca de 30 direitos, 20 eixos estruturantes e 256 objetivos de aprendizagem.
5. Materiais de ensino e de aprendizagem
Ao longo da revisão da literatura, temos como "materiais didáticos " e " materiais manipuláveis " surgem com sentidos sobrepostos, apesar de não terem exatamente o mesmo significado. Com efeito, as varias definições encontradas para o conceito não divergem uma das outras, ocorrendo como sobreposição de significados. Para Sabala (1998), todos os meios que auxiliam os professores a responder aos problemas concretos que surgem em qualquer momento da planificação, execução ou avaliação das aprendizagens são materiais curriculares. Isto é, são " meios que ajudam a responder aos problemas concretos que as diferentes fases do processo de planejamento, execução e avaliação lhes apresentam" (p. 168).
6. Avaliação
Tratar da avaliação mais atentamente nesse contexto significa mudar não os seus procedimentos, mas seus fundamentos de modo articulá-los com o desenvolvimento do conhecimento discente (ALAVARSE 2002). Na organização não seriada tem de imperar a avaliação em sentido pleno: fornecedora de informação para facilitar o percurso do aluno para oferecer uma base do aluno, para oferecer ama base para se definir um tempo máximo possível para que a aprendizagem aconteça, o que não ocorre na escola seriada, que ( ...) nega a capacidade de aprender de alguns seres humanos, ou em melhor hipótese, responsabiliza individualmente aqueles que não aprenderam no tempo previsto, dentro do tempo estipulado ( FETZNER, 2009, p. 63).
7- Exemplos de boas práticas
Como uma forma diferente de pensar a escola, os Ciclos
incitam a questões relacionadas não apenas à sua estruturação não seriada, mas
principalmente à constituição das práticas pedagógicas do educador, do educando
e de sua formação. As práticas educativas que contribuem para um ensino
aprendizagem de qualidade, a operacionalização do currículo, entre outras
questões que se relacionam ou interferem no processo ensino-aprendizagem. A
prática educativa, nesse aspecto, deve ser tão ampla quanto a diversidade na
sala de aula, em outras palavras, as práticas educativas devem incluir essa
diversidade. Se não há essa consideração, o professor corre o risco de atender
pequenos grupos com sua prática, transformando-a em um forte instrumento de exclusão
dentro da sala de aula e, consequentemente, contribuindo para o fracasso
escolar.
Texto completo sobre a Organização Não Seriada, pesquisado e criado por Francielle Lopes Marinho.
Referências:
http://www.pead.faced.ufrgs.br/sites/publico/eixo5/organizacao_escola/modulo2/texto_base.pdf - acessado dia 02/09 às 18:42h
portal.mec.gov.br – acessado dia 16/09 às 19:02h
Zaballa, A. ( 1998 ). A prática educativa. Como ensinar. Porto Alegre: Editora Artes Médicas Sul Ltda.
ALAVARSE, Ocimar Munhoz, Ciclos: a escola em questão. 2002. Dissertação (Mestrado em Educação) - Faculdade de Educação, Universidade de São Paulo, São Paulo. FETZNER, Andreia R. A implantação dos ciclos na formação em Porto Alegre: para além de uma discussão do espaço - tempo escolar. Revista Brasileira de Educação, Rio de Janeiro: Autores Associados, v.14, n.40, p. 51 - 65, jan/ abr. 2009.
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